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    Embedded Banking: o que é, como funciona e vantagens

    01 de setembro de 2026
    Por Redação Zoop
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    Embedded banking, ou serviços bancários integrados, é um modelo de negócio digital que permite que empresas que não são bancos ofereçam soluções financeiras, como contas digitais, Pix e cartões, diretamente de suas plataformas, o que elimina a intermediação bancária tradicional e monetiza suas bases de clientes atuais.

    Essa solução é uma subcategoria do embedded finance (finanças embarcadas), que se refere à inclusão de soluções financeiras no portfólio de produtos de empresas que não são nativas desse segmento.

    Um bom exemplo são as grandes companhias que criaram os seus próprios bancos digitais, como o iFood, que, por meio das soluções da Zoop, passou a disponibilizar produtos bancários aos restaurantes parceiros.

    Quanto a essa oferta, André Calabro, diretor executivo da Via Varejo, organização responsável pelas Casas Bahia, destaca que colocar o varejo na vida financeira do cliente sai da linha tradicional de bancos e promove uma verdadeira inclusão financeira e digital.

    Entre os pontos positivos da estratégia de embedded finance da Via Varejo estão o baixo custo de aquisição de clientes e a possibilidade de consolidar a marca junto ao público.

    Além disso, o contato mais estreito, construído ao longo dos anos, facilita a adesão de novas soluções por parte dos consumidores, o que reduz os gastos de atração de prospects. Contudo, esse não é o único motivo para trabalhar com serviços financeiros integrados.

    Continue a leitura e descubra outras razões e também o que é embedded finance, o que é embedded banking, como funciona cada um, o que oferecem, vantagens e como escolher a melhor plataforma para entrar nesse mercado.

    O que é embedded finance?

    Consiste na implementação de produtos e serviços financeiros em estruturas operacionais que não são originalmente dessa área. Essa tecnologia permite que empresas do varejo, por exemplo, ofereçam seguros, linhas de crédito e investimentos nativos sem as fricções transacionais e com a retenção do usuário em suas plataformas digitais.

    Um bom exemplo da aplicação do embedded finance é quando uma loja oferece conta-corrente, cartão pré-pago e pagamento personalizados aos seus clientes.

    Porém, esse movimento não é exclusivo do setor varejista. Afinal, até uma rede social pode se adequar ao conceito.

    O WhatsApp, apesar de ser uma plataforma de mensagens instantâneas, também se encaixa como empresa financeira por oferecer serviços de pagamento.

    Inclusive, essa é uma forma de as companhias diversificarem as fontes de receita e irem além do mote principal da marca.

    Para você ter uma ideia do quanto vale a pena explorar as finanças embarcadas, a expectativa é que, no Brasil, esse mercado expanda seu valor de US$ 14,16 bilhões em 2026 para US$ 18,33 bilhões em 2030.

    Não por acaso, os grandes players reforçam essa nova realidade, bem como a do embedded banking, como você verá mais adiante.

    Como funciona o embedded finance?

    A solução opera a partir de APIs financeiras, que funcionam como conectores tecnológicos seguros para integrar a infraestrutura de uma fintech regulamentada diretamente aos sistemas da empresa contratante. Essa base permite processar transações financeiras em tempo real, automatizar pagamentos e customizar produtos digitais sob a identidade da marca.

    Comumente oferecidas por uma fintech as a service, as APIs contêm toda a tecnologia necessária para criação dos serviços financeiros integrados e, assim, dispensam a necessidade de investir em uma infraestrutura do zero.

    Na prática, quem contrata a solução não precisa se preocupar com o desenvolvimento dos produtos nem com as regulamentações que envolvem o segmento. Toda essa parte é responsabilidade da empresa contratada.

    Dessa forma, quem adquire as APIs financeiras só precisa parametrizar as soluções conforme as regras do negócio, bem como inserir a própria marca, que aparecerá nos catálogos de produtos e serviços.

    Assim, é possível criar um banco digital completo que inclui consulta de saldo e de extrato; cartão de crédito, débito, pré-pago e transferência de valores via TED e Pix.

    Além disso, viabiliza a criação de produtos financeiros, como seguro, investimentos, concessão de microcrédito customizado e antecipação de recebíveis para parceiros de negócio.

    Entenda mais no artigo: “O que é API financeira? Por que investir nessa tecnologia? Entenda!”

    Quais são as principais características do embedded finance no varejo?

    As que mais se destacam são a integração nativa de meios de pagamento no ponto de venda, a oferta imediata de crédito ao consumidor e a desintermediação bancária clássica. Essas soluções aumentam as taxas de conversão no varejo, geram receitas adicionais e dados valiosos sobre o comportamento de compra.

    Assim, os estabelecimentos adquirem total autonomia sobre a gestão financeira do negócio e personalizam métodos de pagamento e outros produtos conforme as necessidades do público-alvo.

    Confira o ponto de vista de André Calabro, CEO da Via Varejo:

    “Embedded finance é, no caso do varejista, ir além de só vender um produto. Trata-se de incluir na jornada do consumidor serviços financeiros que contribuam para que ele tenha uma relação muito mais próxima e duradoura com a empresa que não é do mercado financeiro propriamente dito.

    É quando, de fato, entregamos para o cliente soluções financeiras acopladas aos nossos serviços básicos e ultrapassamos o oferecido por instituições financeiras tradicionais”.

    No que se refere a transformar o varejo no banco do futuro, o CEO considera:

    “Podemos dizer que o varejo é um canal de democratização e de inclusão financeira da população de baixa renda brasileira. O setor tem uma responsabilidade e uma oportunidade muito grande de trazer essas pessoas que hoje estão fora do sistema financeiro e proporcionar serviços que façam diferença na vida delas”.

    Leia também: “Content commerce: o que esperar do futuro do varejo digital?”

    Embedded finance: vale a pena adotar?

    A adoção da estratégia é altamente vantajosa, pois aproveita a proximidade e a sólida relação de confiança construídas entre marca e consumidor ao longo dos anos. Diferentemente das instituições bancárias tradicionais, esse modelo utiliza um conhecimento comportamental profundo para desenhar soluções sob medida e capturar novos mercados.

    Vamos tomar as Casas Bahia como exemplo, que têm um histórico de longa data no serviço de crediário.

    A solução abrange um público desbancarizado muito grande, composto por clientes que, de fato, têm pouco acesso aos serviços financeiros nos moldes que conhecemos.

    “Com a entrega de produtos financeiros próprios, nós proporcionamos para esse cliente sua inclusão financeira, por meio de uma conta digital embarcada de serviços financeiros, com cartão que ele pode utilizar para pagar as suas contas e ter acesso a crédito. Ao mesmo tempo, fazemos a inclusão digital desse consumidor.

    Aqui, falamos de pessoas que não têm o meio digital como uma ferramenta fácil de lidar.

    Assim, ao fazer uma conta digital simples, agrupamos esses dois conceitos. Ou seja, permitimos que ele tenha um serviço financeiro que atenda às suas necessidades por um meio simples que, até então, ele não conhecia.

    Somado a isso, usamos as lojas das Casas Bahia para que, justamente, caso esse cliente tenha alguma dificuldade, possa utilizá-las como ponto de aconselhamento, de retirada de dúvidas. Em outras palavras, aproveitar as lojas como uma agência bancária.

    O consumidor também tem um ponto de referência para ter esse aprendizado contínuo por meio de um contato físico, um contato humano, que é o nosso vendedor”.

    Entenda mais em: “O que é o Embedded Finance para empresas? 5 vantagens”

    Quais as vantagens do embedded finance?

    Especialmente no varejo, um dos principais retornos positivos é a oferta de serviços financeiros que antes eram exclusivos de bancos tradicionais e cooperativas de crédito. Além disso, o modelo amplia a margem de lucro por transação, reduz custos de fricção comercial e gera dados estratégicos sobre o perfil do público.

    De acordo com André, o cliente da Casas Bahia, por exemplo, vê o vendedor com familiaridade, o que também facilita a adesão.

    “Quando falamos de classe C, de pessoas que têm menos acesso a serviços financeiros ou a instituições tradicionais, acreditamos muito que a linguagem usada tem um impacto muito grande com o cliente, que fica muito à vontade para vir à loja tirar as suas dúvidas.

    Na verdade, nosso pessoal de loja (caixa, vendedor) atua como se fosse consultor, mas aquele consultor amigo, aquela pessoa que consegue fazer esse trabalho de maneira simples.

    Outro ponto relevante é o fato de as nossas lojas estarem abertas de segunda a segunda e em horário estendido, o que também facilita que o cliente que trabalha vá fora do horário bancário tradicional, se precisar, ainda que tenha a sua conta digital para fazer tudo pelo celular”.

    Outros benefícios do embedded finance

    1. Mais chances de fidelizar os clientes

    Ao criar e entregar produtos e serviços financeiros próprios, a sua empresa resolve problemas pontuais dos clientes, já que tudo é pensado e desenvolvido com base nas dores e necessidades desse público-alvo.

    Ao encontrar tudo o que precisam em um único lugar (no caso, a sua empresa), as chances de fidelização aumentam, visto que o consumidor não precisa mais utilizar várias companhias diferentes para atender às suas demandas bancárias.

    2. Atendimento de novos grupos de consumidores

    O campo de atuação da empresa também tende a expandir-se, se considerarmos que agregar soluções financeiras ao portfólio de serviços já existente pode gerar novas oportunidades de negócio.

    Por conta disso, a marca também se torna mais atrativa para novos grupos de consumidores com a oferta de produtos financeiros. Esse cenário pode levá-los a conhecer e se interessar por outras soluções da marca.

    3. Adição de um novo diferencial competitivo

    Os dois benefícios anteriores levam a este, e esse resultado é possível porque a companhia tem a chance de se antecipar aos concorrentes e entregar ecossistemas de pagamentos totalmente customizados que eliminam a burocracia dos bancos tradicionais e fortalecem a exclusividade da marca no mercado.

    4. Obtenção de uma nova fonte de receita

    Essa vantagem é decorrente da possibilidade de cobrar taxas e tarifas dos clientes dos serviços financeiros.

    Afinal, a dinâmica transforma o volume transacional da cadeia de valor em uma unidade de negócios independente, o que permite monetizar saldos em conta e gerar receita com juros de crédito próprio.

    Confira: “Embedded finance para ERP: como criar novas linhas de receita para o seu negócio”

    Quais setores mais se beneficiam ao trabalhar com finanças embarcadas?

    O varejo costuma liderar o aproveitamento dessa tecnologia devido à sua alta recorrência transacional e ao contato diário com o consumidor final. Contudo, marketplaces, desenvolvedoras de softwares de gestão (ERP) e plataformas de logística e entregas são outros exemplos que obtêm vantagens ao internalizar transações e centralizar a liquidez da cadeia.

    Um dos principais motivos do destaque para o varejo é que esse setor já trabalhava com conceitos parecidos antes mesmo da chegada do embedded finance, como a oferta de crediário.

    No entanto, não significa que outros segmentos não tenham vantagens. Na verdade, é bem o contrário!

    Um bom exemplo é o iFood, que, após criar as suas próprias maquininhas de cartão, otimizar todo o fluxo de entrega dos seus parceiros de negócio e também o split de pagamento, desenvolveu o Banco dos Restaurantes com a ajuda da Zoop.

    Este artigo apresenta o case em detalhes. Confira! “Case de sucesso: como o iFood aumentou sua receita em quase 10% com a Zoop?”

    Quais são as tendências do embedded finance no Brasil?

    As projeções apontam para uma forte expansão impulsionada pelas regulações do Banco Central, que fomentam a competitividade no ecossistema de pagamentos. A consolidação desse modelo avança com a portabilidade segura de dados (Open Banking), o que otimiza análises de histórico de crédito para liberar financiamentos instantâneos nos canais das empresas.

    Aqui, vale destacar que esse conceito se tornou possível a partir da Resolução BCB nº 80/2021, e das soluções Banking as a Service (BaaS) que as fintechs passaram a oferecer.

    Além disso, o mercado brasileiro de finanças incorporadas apresentou um crescimento robusto entre 2021 e 2025, e alcançou um CAGR de 13,3%. A expectativa é a continuação dessa trajetória ascendente, com a previsão de 6,7%, sobre a porcentagem anterior, de 2026 a 2030, segundo o relatório da Research and Markets.

    Qual o melhor caminho para aderir ao embedded finance?

    O direcionamento estratégico ideal envolve a contratação de uma infraestrutura robusta desenvolvida por parceiros especializados que já detenham tecnologia e licenças regulatórias. Essa abordagem acelera o tempo de lançamento dos produtos financeiros no mercado, mitiga riscos de conformidade jurídica e evita aportes milionários em engenharia de software interna.

    No entanto, alguns gestores ficam na dúvida se vale mais a pena fechar parceria com uma fintech as a service ou criar os produtos e serviços financeiros internamente.

    Analise as possibilidades

    Para o representante da Via Varejo, há duas formas de tomar essa decisão. A primeira é considerar que, atualmente, existem diversas iniciativas das startups de serviços financeiros que suprem essa necessidade, como as infraestruturas tecnológicas voltadas para a criação de uma conta digital própria da empresa.

    Com a parceria, é possível oferecer esse produto sem precisar desenvolver a solução toda “dentro de casa”.

    A segunda se refere ao core bancário, ou seja, ter uma preocupação sobre o quanto aquela solução é fundamental e o quanto é possível acelerar a iniciativa ao fazer parceria com uma fintech ou desenvolvê-la internamente.

    “Acredito que, para cada iniciativa, deve haver uma avaliação constante daquilo que é primordial fazer de maneira interna e daquilo que pode ser feito com uma fintech, para acelerar a proposta e fazer com que você atinja objetivos muito maiores em curto prazo.

    Quando fazemos essa avaliação, vemos que há uma série de iniciativas muito inovadoras desenvolvidas hoje pelas fintechs. São opções muito seguras e que estão um passo à frente daquilo que poderíamos fazer dentro de casa.

    O que acontece muito é a empresa pensar mais no negócio. No entanto, é preciso lembrar que este não está desacoplado da tecnologia.

    Muitas vezes, o ritmo é tão rápido que você precisa, de fato, de parceiros para dar o próximo passo.

    Existem serviços e soluções que ajudam a já implementar as próximas etapas, sem ficar travado no conceito de que é necessário primeiro fazer uma coisa para depois fazer outra. Assim, você acelera muito o desenvolvimento da sua solução”.

    Aprenda mais em: “Quais serviços podem ser oferecidos no Banking as a Service?”

    O que é embedded banking?

    Trata-se de uma vertente das finanças embarcadas, direcionada exclusivamente para a oferta de produtos bancários, como contas-correntes, meios de pagamento e cartões. Assim, enquanto a categoria macro engloba outros serviços, como apólices de seguros e investimentos, essa cria e entrega soluções bancárias específicas para o público-alvo.

    Inclusive, entender o que é embedded banking se tornou fundamental para companhias que buscam crescimento em escala.

    Enquanto as finanças mais amplas abrangem produtos complementares, como carteiras de ações, esse modelo se concentra no fluxo transacional de rotina.

    Dessa forma, a adoção de serviços financeiros integrados reconfigura a cadeia de valor ao transformar softwares ou redes de distribuição em canais proprietários de arrecadação e crédito.

    Para as companhias que utilizam o embedded banking, o benefício principal fica por conta da geração de dados comportamentais e da construção de novas margens operacionais, o que elimina intermediários bancários tradicionais, protege a base de usuários contra a concorrência e gera uma nova fonte de receita.

    Veja outros retornos positivos a seguir.

    Quais as vantagens do embedded banking para empresas de grande porte?

    A implementação desse ecossistema bancário proporciona alavancagem de receita por cada transação que os usuários realizam, aumenta a fidelização da base de clientes e garante controle total sobre os dados transacionais. Também otimiza os custos operacionais, viabiliza linhas de financiamento customizadas e cria um fluxo financeiro fechado de alta rentabilidade.

    Para corporações que movimentam volumes expressivos, o embedded banking para empresas atua como um mecanismo de eficiência macroeconômica.

    Ao internalizar operações de pagamento, o negócio deixa de ser apenas um intermediário de serviços bancários e passa a capturar a margem dessas transações, com a possibilidade de convertê-las em novas unidades de lucro líquido.

    Além do retorno financeiro imediato, o domínio sobre as finanças embarcadas garante inteligência competitiva de alto nível.

    Tomadores de decisão ganham visibilidade em tempo real sobre o fluxo de caixa de fornecedores, distribuidores e clientes finais. Esse nível de rastreabilidade permite mitigar riscos de crédito e definir condições comerciais sob medida para parceiros de negócios.

    Embedded Banking em fintechs: como utilizam esse modelo de negócio?

    Companhias desse setor podem usar essa base como alavanca de expansão para conectar novos módulos transacionais às plataformas parceiras de forma ágil. A estratégia acelera a captação de correntistas em escala e expande a oferta de produtos financeiros sem a necessidade de construir infraestruturas regulatórias ou comerciais complexas.

    A aplicação de embedded banking em fintechs também redefine as fronteiras de distribuição de crédito e produtos digitais.

    Ao adotar esse modelo, empresas de tecnologia financeira conseguem embutir suas soluções em ERPs de grande porte, por exemplo. As vantagens são escalabilidade e velocidade de inovação.

    Outra aplicação é que a tecnologia embedded banking em fintechs serve como plataforma de teste de novos produtos de nicho e para monetizar canais terceiros com agilidade, consolidar uma infraestrutura modular que atende demandas corporativas sob medida e otimizar a liquidez operacional do ecossistema de pagamentos.

    Leia também: “Qual o melhor entre embedded fintech e embedded finance?”

    Embedded Banking e Open Banking: qual a relação?

    Os dois conceitos operam de forma complementar, em um fluxo no qual o primeiro executa o serviço transacional na ponta e o segundo atua como via de compartilhamento seguro de dados. Juntos, viabilizam jornadas financeiras contextualizadas e fluidas dentro de ambientes digitais não bancários sob o controle corporativo.

    Na prática, a integração do Open Banking permite que uma plataforma embedded banking acesse o histórico de crédito do cliente em outras instituições bancárias. Com esse fluxo de informações padronizado via APIs, a empresa consegue conceder limites de crédito personalizados de forma instantânea.

    No que se refere às diferenças, o Open Banking tem como foco a portabilidade e a padronização de dados financeiros a partir da autorização do titular da conta. Já o embedded banking atua na execução das transações na interface da empresa que oferece os serviços financeiros integrados.

    Aprenda mais em: “Entenda o que é uma fintech de Open Banking! [Guia completo]”

    Como escolher uma plataforma de Embedded Banking?

    A seleção do parceiro tecnológico exige a análise da existência de credenciais de segurança, solidez regulatória perante o Banco Central e flexibilidade técnica das APIs. É indispensável mensurar também a capacidade de suporte técnico contínuo, a estabilidade de conexão e a agilidade na entrega de interfaces modulares customizáveis.

    Além disso, para garantir que a jornada de embedded banking seja sustentável, o tomador de decisão deve priorizar plataformas que equilibrem conformidade jurídica e performance tecnológica.

    Nesse caso, a solução precisa absorver os riscos de compliance e conter medidas de proteção contra fraudes para proteger a operação de ponta a ponta.

    A modularidade técnica também define o sucesso da estratégia em longo prazo.

    Assim, a plataforma embedded banking deve permitir que a organização ative, altere ou expanda seus produtos financeiros com o mínimo de fricção na engenharia de software, a fim de garantir a evolução contínua alinhada às novas demandas do mercado.

    Como preparar a sua empresa para essas inovações?

    O segredo está em unir o conhecimento da sua empresa sobre as necessidades, dores e expectativas dos clientes com quem entende de tecnologia. Essa parceria estratégica garante o lançamento rápido de produtos, elimina barreiras técnicas de desenvolvimento e assegura conformidade total perante as regras do setor financeiro.

    A Zoop, por exemplo, fintech do grupo iFood, oferece tudo o que é necessário para ajudar você e a sua empresa nesse processo!

    Sabemos que construir uma infraestrutura de pagamentos internamente é complexo e exige certificações pesadas, compliance rigoroso com o Banco Central e sistemas robustos antifraude, o que demanda meses de desenvolvimento e milhões investidos.

    Essa complexidade regulatória e de engenharia também tira o foco do que realmente importa para o seu negócio: inovar e conquistar novos mercados.

    Porém, com a tecnologia da Zoop, é possível lançar produtos 100% white-label sem construir nada! Nossa infraestrutura certificada permite a oferta de produtos bancários em poucas semanas.

    Converse agora com um dos nossos especialistas e descubra como a infraestrutura de embedded banking da Zoop tem acelerado o go-to-market de grandes corporações, marcas líderes, fintechs e empresas como a sua.

    FAQ

    O que é Embedded Banking?

    É a tecnologia de finanças embarcadas que viabiliza a qualquer empresa, independentemente do setor de atuação, integrar serviços bancários digitais ao portfólio, como contas-correntes, meios de pagamento e cartões. Tudo diretamente em seus canais de atendimento, aplicativos ou plataformas, de forma nativa, segura e com a própria marca.

    Como funciona o Embedded Banking?

    Esse modelo opera por meio de conexões seguras via APIs, ofertadas por uma instituição detentora de licença bancária, como uma fintech. Essas interfaces tecnológicas interligam o sistema da empresa à infraestrutura regulatória da startup financeira parceira, o que permite processar transações financeiras e emitir produtos customizados em tempo real.

    Qual a diferença entre Embedded Finance e Embedded Banking?

    A primeira é uma modalidade de finanças embarcadas macro, que representa o ecossistema completo de serviços transacionais inseridos em rotinas digitais, inclusive seguros e investimentos. Já a segunda é uma vertente voltada estritamente para produtos bancários de uso diário, como a abertura de contas, transferências e emissão de cartões.

    Quais empresas podem adotar o Embedded Banking?

    Qualquer organização com base sólida de clientes ou cadeia complexa de parceiros de negócio pode implementar essa tecnologia. Setores, como varejo de grande porte, marketplaces, redes de franquias, indústrias e empresas de tecnologia logística, utilizam a solução para expandir o portfólio, centralizar recebimentos e gerar novas receitas.

    Como escolher uma plataforma de Embedded Banking?

    É crucial analisar critérios rigorosos de segurança de dados, estabilidade tecnológica das conexões de software e conformidade regulatória junto ao Banco Central. Priorize ainda parceiros integradores consolidados que disponibilizam suporte de engenharia robusto, arquitetura técnica modular e agilidade no tempo de lançamento dos produtos financeiros no mercado.

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